quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O Sentido da Vida.

Quem somos nós ?
O fazemos aqui ?
Para onde vamos ?

Todos fazemos essas perguntas e as repetimos várias vezes ao longo de uma vida.

Uma das definições que mais me tocaram veio de Thomas Keating, um padre católico, autor de muitos livros e que dirige retiros de prática da "oração contemplativa" em todo o mundo. Sem qualquer conotação para esta ou aquela religião, Thomas define o sentido da vida como um processo espiritual:


"O início da jornada espiritual é o reconhecimento, não apenas a informação, mas a real convicção interior, de que há uma força superior, ou Deus. Em outras palavras, é o reconhecimento de que há um "Outro" .

O segundo passo é tentar tornar-se esse "Outro".


O passo final é reconhecer que não há um "Outro". É reconhecer que Você e o "Outro" são um só. Sempre foram. Sempre serão. Você simplesmente é que achava que não era."



Para mim essa ideia foi tão interessante que não resisti em registrá-la no blog. Espero que apreciem.

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- by Dalton Cortucci

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sábado, 3 de dezembro de 2011

O imponderável mete medo, mas nem sempre precisa ser assim.

A gente ouve que quando o imponderável está presente tudo pode acontecer. A recomendação de sempre é fugir dele, porque qualquer decisão que o inclua é um tiro no escuro.

No trabalho é pior ainda. A incerteza inviabiliza qualquer projeto. Ninguém se arrisca a adotar uma ideia que possa custar seu emprego, exceto, embora raro, se puder defendê-la racionalmente.

O imponderável também não poupa as relações entre as pessoas, sejam elas profissionais ou afetivas. Aliás, se ninguém sabe o que vai acontecer dentro dos próximos 5 minutos, que dirá com os compromissos longínquos, tais como um emprego novo, construir uma casa ou comprometer-se com um casamento.

Em outras palavras, o imponderável é sinônimo de risco e a maioria de nós detesta corrê-lo. Mas o que muita gente não percebe, ou custa a admitir, é que o imponderável está presente em absolutamente TUDO. Isso acontece porque a vida não é um roteiro pré-estabelecido e por isso o resultado das nossas decisões só pode ser medido na prática.

Mas se por um lado não se pode medir aquilo que é imponderável, por outro nós dispomos de uma ferramenta, igualmente imponderável, com a qual podemos calcular riscos: CONFIANÇA.

A CONFIANÇA é a régua com a qual medimos aquilo que não pode ser mensurado através de uma equação ou de uma metodologia. A CONFIANÇA é um recurso embutido em todas as empreitadas, em todas as ideias colocadas em prática, em todas as escolhas que deram certo.

Se a nossa CONFIANÇA for menor do que o tamanho da nossa incerteza, o resultado tende ao fracasso. Mas se o sentimento que embute uma decisão de risco gravita em meio à uma "certeza imponderável", é só aguardar para comemorar, porque ela será a decisão correta!!!

by Dalton Cortucci


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domingo, 25 de setembro de 2011

Vampiros emocionais

Existe gente muito bem articulada que vive impressionando as pessoas com sua inteligência, simpatia, solicitude, mas que.tudo não passa de uma manobra muito bem elaborada para enganar os outros. São pessoas que vivem naturalmente assim. Vivem para envolver e ludibriar os outros.

Esse tipo de gente não olha as pessoas como seres que têm sentimentos, isto é, são completamente desprovidos de empatia, pois não conseguem se colocar no lugar do outro mesmo que tentem - embora nunca tentem. 

O interessante é que quem nunca conheceu uma figura dessas sempre questiona:
"como é que alguém se permite envolver a ponto de ser enganado e, não raro, dominado por períodos, muitas vezes, significativamente longos ?"

Essa é uma pergunta fácil de se fazer, mas muito difícil de se responder.
Embora as pessoas atribuam o mérito e a culpa a esses malandros recheados de empatia, todos sabemos que eles contam com uma grande colaboração de suas vítimas. É como manter a porta aberta da sua casa num bairro perigoso e tentar transferir a culpa de não ter tomado precauções para a segurança pública. 

De qualquer forma, essas figuras nebulosas são exímias rastreadoras do estado emocional das pessoas, agindo como verdadeiros vampiros a procura de fraquezas. Quando detectam uma vítima contam com sua desatenção, uma vez que, normalmente, ela se encontra fragilizada e com sua capacidade de discernimento comprometida, acabando por tornar-se propensa a ser enganada. Se por um lado a vítima está cega sem perceber a armadilha, pelo outro entrega-se ao envolvente soar daquilo que quer ouvir ou daquilo que mais necessita sentir, para aliviar o estado em que se encontra.

Alguns desses estelionatários emocionais eu tive a infelicidade  de conhecer pessoalmente, outros eu apenas ouvi falar, e sempre em meio a histórias que fatalmente terminam de forma muito triste.

O mundo jamais se livrará dessas obscuras figuras e sempre haverá gente debilitada emocionalmente para que eles se "alimentem". Contudo, todos sabemos da existência desses vampiros, o que já nos tira da condição de inocentes, ou seja, ter uma mínima consciência é o suficiente para que jamais nos entreguemos totalmente nas mãos de alguém. 

É claro que uma ajuda é sempre bem vinda nos momentos difíceis, mas jamais devemos abandonar nossa inteligência para ficarmos a mercê das emoções, pois o desequilíbrio nos torna frágeis.

Em outras palavras, a maior proteção que dispomos contra os "criminosos emocionais" está na nossa própria natureza, a qual nos dá vida, independente da vida do outro e isso sem tirar nada de ninguém.

by Dalton Cortucci

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sábado, 20 de agosto de 2011

Manda Quem Pode, Obedece Quem Tem Juízo (???)

Já reparou na essência dessa frase ?
Ela é uma verdade para a maioria de nós.
Mas já percebeu quanto controle essa frase nos impõe ?
Não lhe parece que ela foi criada por quem "manda" e não por quem "obedece" ?

E é isso mesmo.

Fomos educados para obedecer aos pais, aos professores e aos mais velhos. Tudo isso camufladamente chamado de "respeito". Fomos também treinados para dirigir um carro, para vendermos e até para dirigir uma empresa.

Mas nunca ninguém nos treinou a dirigir o que está dentro de nós. Nunca ninguém nos ensinou a entender o que sentimos e o que pensamos.

Nunca ninguém nos treinou para aprendermos mais sobre nós mesmos.
Talvez isso seja premeditado, porque se entendermos mais sobre nós mesmos é bem provável que sejamos muito mais difíceis de controlar.
Se tivéssemos passado por esse tipo de treinamento, é bem possível que o mundo não teria "verdades" como essa frase nos impõe.
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 (visite meu site: www.brcoaching.com.br )
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Ordem ou desordem? Não julgue apenas pela aparência.

Quando alguém se diz "desorganizado" está afirmando conscientemente de que essa prática lhe gera dificuldades.

No entanto, é preciso tomar cuidado com a generalização do que é "organização" e "desorganização". Em certas situações, generalizar poderá nos levar ao erro, pois existem conceitos de organização que são muito particulares.


Para demonstrar isso, aproveito uma cena que todos já viram alguma vez na vida: uma escrivaninha com as prateleiras entulhadas de livros e documentos. Estes, aparentemente, acham-se empilhados de qualquer maneira. No entanto, se for preciso, seu dono sabe perfeitamente encontrar o documento que procura. 

O mesmo não acontece quando, por infelicidade, alguém ousa "pôr ordem na papelada". É possível que o dono se torne incapaz de encontrar o que quer que seja. Nesse caso, é evidente que a aparente desordem era uma ordem e vice-versa. Em outras palavras, a desordem aparente oculta uma ordem determinada pelo conhecimento individual.


Portanto, em determinados casos, não julgue antes de compreender se aquilo que considera desorganizado não se trata de uma linguagem particular diferente da sua.

Em resumo, uma ordem só é ordem se eu posso entender nela um significado. Se não posso é desordem.

by Dalton Cortucci

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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Julgamento e Inteligência Emocional é uma parceria impossível.

Um dos maiores obstáculos para desenvolvermos a Inteligência Emocional (em poucas palavras, IE é o uso inteligente de nossas emoções) reside na nossa tendência em julgar tudo que vemos. O julgamento é o grande inimigo da percepção, e seu veredicto é a incompreensão.
O principal quisito para desenvolver a IE é ter uma atitude de aceitação incondicional de si mesmo e dos outros.  Aceitar incondicionalmente a si mesmo e aos outros, não significa ser obrigado a gostar de algo ou alguém, e muito menos submeter-se a qualquer situação. 

Aceitar incondicionalmente significa "respeitar" a tudo, pois não há outra forma de conseguirmos ver as coisas se não as aceitarmos, respeitando-as como são.


Se nosso primeiro passo é sempre o de levar as nossas percepções através da peneira do julgamento, classificando algo ou alguém como digno de aprovação ou reprovação, isto fechará a nossa mente para tudo que for diferente daquilo que julgamos "certo".


Além disso, se nossa tendência em julgar tudo for aparente, os outros ficarão com medo de nosso julgamento e se esconderão, impedindo que tenhamos qualquer acesso aos sentimentos deles.

Uma mente aberta é fundamental para aprendermos e para desenvolvermos a nossa Inteligência Emocional, pois ela precisa, acima de tudo, enxergar as coisas como são, tanto dentro de nós quanto como se expressam nos outros.

- by Dalton Cortucci

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quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Crise e o Discernimento

Uma das formas de se sobressair numa crise é ajudar a criá-la. A princípio essa afirmação pode parecer estranha, mas não podemos nos esquecer que uma crise não nasce sozinha. Por detrás dela existem pessoas responsáveis por sua eclosão e por isso é muito comum que delas também surjam as soluções.


Embora existam crises geradas intencionalmente, uma crise sempre é resultado de negligência. Justamente aqueles que deveriam ter feito algo para preveni-las, são, de fato, aqueles que dispõem de informações suficientes para combatê-las.

Em outras palavras, não há qualquer coincidência no fato de que os "solucionadores" de uma crise sejam, explícita ou implicitamente, os mesmos personagens envolvidos durante todo o processo. Contudo, isso nem sempre é um dado relevante para quem é afetado. Em meio a uma crise, as pessoas tomadas pelo pânico ou pela raiva têm o seu discernimento significativamente afetado, a ponto de não se importarem de onde venha a solução. 


Pressionados pelo nosso instinto de sobrevivência e com o discernimento fragilizado, muitas vezes permitimos concessões em territórios considerados sagrados, os quais, em circunstâncias normais, jamais estariam numa pauta de negociação.

Um bom exemplo está na política adotada pelo governo Bush após o atentado de 11/setembro. Sob a pressão do medo de novos ataques, o governo iniciou uma série de inserções na mídia conclamando a população a uma verdadeira caça aos terroristas.

Apoiado pelas grandes redes de TV que contribuíram com ampla repercussão, o ambiente tornou-se propício para que fossem tomadas medidas anti-terroristas inimagináveis.

Em meio ao clima de medo instalado e ao caos psicológico, o governo teve concedida uma autonomia para um novo "atentado", senão ainda maior, contra aquilo que os norte-americanos mais preservam em sua constituição: a "liberdade democrática". 

Atordoada pelos acontecimentos, a população não se deu conta dos arranhões que essas medidas fizeram aos seus direitos constitucionais. Além disso, movida por esse clima doentio, parte dela não mediu as consequências ao apoiar a decisão do governo de, inclusive, invadir militarmente a outros países, seja por medo ou por revanche.
 
A crise provocada pelo episódio do 11/setembro é exemplar dentro do modelo que quero descrever e não menos exemplar foi a crise financeira global que surpreendeu o mundo em 2008. Charles Mackay, em seu conhecido livro "Extraordinary Popular Delusions and the Madness of Crowds", traça uma boa visão da psicologia das crises financeiras.

Segundo ele, "...a fase mais fascinante é o estado mental das pessoas que oscila entre uma euforia incontrolável durante o crescimento, e uma depressão mórbida durante a crise.". 

A citação é interessante porque destaca a nebulosidade de nosso discernimento nos dois estados críticos, mesmo que um deles seja de "euforia". De fato, na crise global de 2008 foram necessários alguns meses para que o mundo ganhasse consciência de que os envolvidos na sua criação eram os mesmos que dispararam as primeiras medidas visando a solução. Além disso, ficou bem claro que muito do que foi concedido e feito pelos governos para amenizarem o impacto, contou com o apoio de uma parte expressiva da população, esta por estar receosa por consequências ainda maiores.


O que nos revelam as grandes crises não é diferente do que nos revelam as crises nas quais somos nós os protagonistas. Dentro de uma empresa ou dentro de nossa própria casa, as decisões e/ou atitudes negligentes sempre têm um preço a ser pago. Na maioria das vezes sequer imaginamos o alcance daquilo que fazemos por subestimar suas consequências. Por isso, é muito comum cometermos erros de avaliação primários e muitos desses nossos "pequenos" descuidos desencadeiam crises, cujas soluções requerem um desgaste ainda maior por afetarem o discernimento dos envolvidos.
 
Já ouvi muitas pessoas dizerem que as crises nos servem para aprendermos com elas,. Isso é um fato. Afinal, era só o que nos faltava se não aprendêssemos nada.

Contudo, o que se faz importante é termos em conta que muito do que nos afeta, ou afeta uma equipe de trabalho, ou mesmo um relacionamento, está declaradamente em nossas mãos. Quando aprendermos a estar atentos desde as nossas pequenas decisões, aí então estaremos preparados para as maiores. Com esse aprendizado, mesmo em crises onde não sejamos nós os protagonistas, estaremos em melhores condições de compreender e de discernir sobre o que é mais sensato apoiar ou sensato realizar.

Aprender e ensinar sobre a responsabilidade de fazermos bem aquilo que nos cabe pode fazer muito mais diferença do que possamos imaginar. Afinal, nenhum de nós hoje sabe a que serviremos como exemplos no futuro.


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domingo, 10 de julho de 2011

O Poder da Sincronicidade Dentro das Organizações

Se quisermos coincidências acontecendo a nosso favor precisamos, no mínimo, de coerência.
Seja no trabalho ou no campo afetivo, a Sincronicidade nada mais é do que o reflexo dessa coerência.
Assista abaixo o vídeo de minha entrevista no programa "Q3 - No Mundo da Excelência" e tire suas conclusões.



Visite meu site: www.brcoaching.com.br
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terça-feira, 21 de junho de 2011

Uma Oportunidade De Saber O Que É Coaching

Sendo bem prático:
1) se você não sabe o que é o COACHING;
2) se você tem dúvidas que o COACHING possa ser uma solução para sua vida pessoal e/ou profissional
3) se você tem dúvidas que o COACHING possa ser aquilo que a sua empresa procura;
4) se você tem dúvidas que o COACHING possa ser a sua nova carreira,


venha participar desta palestra, cujo objetivo é justamente introduzi-lo no assunto e passar-lhe as principais informações de uma forma que possa ajudá-lo em suas decisões.

E para que tenha alternativas, disponibilizamos 03 datas para sua escolha, assim aumentam as possibilidades de você participar. Leia o folder abaixo e faça sua inscrição.
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Mais informações acesse: http://www.brcoaching.com.br/index_arquivos/PalestraCoachingUmaIntroducaoFerramenta.html
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Ser Inteligente: O Que Realmente Significa ?

Um dos temas que mais atraem as pessoas - especialmente aos jovens - é o desenvolvimento do cérebro. Existem muitos livros que ensinam a estimulá-lo e exercitá-lo, sugerindo tornar o cérebro mais rápido e eficiente.


Mas em termos práticos o que significa realmente ser inteligente? O que a inteligência representa? O que está por detrás desse desejo de ser inteligente ou mais inteligente ?

Para alguns, "ser inteligente" significa ter um diferencial competitivo. Para outros, significa elevar sua auto-estima. Não são raros aqueles que associam a ideia de inteligência ao "poder". Há também quem julgue que ser inteligente é uma garantia de sucesso na vida. E não podemos nos esquecer daqueles que sentem a "inteligência" como fator de atração, basta constatar quantas pessoas colocam essa "virtude" como condição para a escolha de um parceiro.

No fim das contas, ainda que a ciência se esforce para conceituar o que significa "inteligência", a ideia do que ela sugere varia muito dentro de cada um de nós. 

Tudo indica que essa  ideia de "inteligência" expressa uma condição, na qual acreditamos ser necessária para que possamos alcançar aquilo que desejamos.

Nos dias de hoje, a Inteligência Emocional ("I.E.") é o que mais se assemelha ao que as pessoas idealizam como sendo "inteligência". Isto porque ela é medida através de fatores que estão muito próximos da ideia daquilo que resulta quando alguém é provido de "inteligência". 

De fato, fatores tais como: 
  • realização
  • prazer  
  • conquista dos objetivos
  • capacidade de relacionar-se
  • auto-estima 
são, em linhas gerais, aquilo que todos perseguimos.

Diante de tais fatores chego à conclusão que, a despeito do que a "inteligência" signifique sob o ponto de vista neurocientífico, o que vale mesmo para as pessoas é a ideia do que a "inteligência" as permite conquistar de forma prática, e isso, seguramente, não é dado por qualquer teste de Q.I.

sábado, 28 de maio de 2011

A beleza ajuda, mas nunca foi fundamental.

Ioná Schechter comanda uma agência de aproximação de casais no Rio e em São Paulo e comemora um faturamento mensal que beira os R$ 3 milhões (dados de 2011) . Ela foi entrevistada por Marília Gabriela em seu programa na GNT, e resolvi pinçar aqui um trecho que me chamou a atenção:



Num dado momento do programa, Marília Gabriela começou a dar voltas preparando o clima para uma pergunta. Disse que hoje cultua-se demais a beleza e que, particularmente, no Brasil, há uma busca frenética pelo corpo perfeito. Acrescentou que isso tem muito valor por aqui e que essa é uma exigência cada vez maior.

Depois desse rodeio, MG perguntou:
"Como o casal não vê previamente qualquer foto do outro antes do encontro, o que acontece quando uma das pessoas é feia ?".

A empresária respondeu que quando a beleza é uma condição para o encontro, a pessoa tem de definir o que é "beleza", para que a agência possa incluir esse pré-requisito na seleção e tornar a pesquisa do parceiro mais assertiva.

Não satisfeita com a resposta, MG insistiu:
"Só que existe a feiura inquestionável, então como é que vocês fazem nesse caso ? ".
Pacientemente Ioná respondeu: "Isso não existe. A beleza depende de quem a vê".

Mas MG não se deu por vencida com tamanho cliché e voltou à carga:
"Mas e quando a pessoa é muito feia ?".


Aí veio uma resposta que a gente sempre ouve por aí, mas que a maioria pouco dá importância:

"Na agência nós observamos que quando as pessoas têm essa preocupação, elas perdem muitas oportunidades, pois esses valores são muito pouco importantes para que uma relação evolua".

O interessante desta resposta é que no fundo todos nós sabemos disso. No entanto, teimamos, teimamos e teimamos em valorizar coisas que terão um décimo de importância daqui 1 ano, isso se a relação durar até lá.

Não estou afirmando que a gente não deva usar ferramentas de atração e sedução, pois isso é inerente à espécie. Muito menos que a beleza é ruim, absolutamente. O problema é que todos anseiam por uma relação duradoura e, mesmo que neguemos isso para não parecermos superficiais, mentalmente exigimos que o parceiro obedeça à um padrão e dentro desse padrão ele deve constar como "bonito". E o que é pior, como a beleza entra como um pre-requisito prioritário, senão o mais prioritário, é justamente por esse mal começo que a grande maioria das relações não evolui.

O trecho pinçado da entrevista nos mostra que se as pessoas exageram na beleza como condição para um primeiro encontro, isto pensando numa relação duradoura, essa condição aumenta a possibilidade de frustração. Quem está dizendo é Ioná Schechter, dona de uma agência especializada e que tem o sucesso dos relacionamentos como a melhor propaganda para o seu negócio.

Ioná Schechter
Ioná não discursa em nome de um código moral, religioso e nem tem a preocupação de dissimular a importância da beleza só para aparentar um desprezo pela superficialidade. Em outras palavras, o sucesso do negócio dela "está dizendo" que as relações mais duradouras são aquelas cujo item "beleza" não está em primeiro lugar.

Portanto, se a gente não quiser acreditar nas frases feitas sobre a superficialidade da beleza como condição para uma relação mais profunda, confie então, pelo menos, nos números do faturamento dessa agência, pois Ioná não foi até a TV para cometer um suicídio empresarial.

Com "verdades" incontestáveis como esta, sempre há uma esperança de que a gente comece a rever, mesmo que aos poucos, muitos dos valores que hoje alimentamos. O tempo e a consciência (depois das trombadas) é que dirão.

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by Dalton Cortucci


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sexta-feira, 27 de maio de 2011

"Coincidências: Elas Existem Ou São Consequências ?"

Dentre as coisas que realizo e que me dão muito prazer estão as Conferências. Nelas todo mundo aprende e de forma alguma me excluo disso.

Aqui vai um convite para uma delas, na qual eu abordo um tema muitíssimo interessante. Um tema para o qual raramente estamos atentos e que faz MUITA, senão TODA, a diferença em nossa vida.

Se você costuma dizer que "Nada é Por Acaso"  ou que "Tinha De Ser Assim", esta Palestra foi montada justamente para discutir as origens dessa idéia e o que há de real nisso.
Aliás, será uma "Coincidência" este convite ?



Click Aqui Para Mais Informações
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sábado, 14 de maio de 2011

Caminhando Lado A Lado Com O Mundo

"Às vezes eu olho os links no Twitter e no Facebook e fico me perguntando: para que eu preciso de tanta informação ?

Impressiona a quantidade de notícias, de artigos, de eventos, de posts, tudo fluindo rapidamente da rede em minha direção como se eu fosse capaz de digeri-los.

Isso apenas me leva à conclusão de que o mundo corre numa velocidade na qual eu jamais poderei estar.

É claro que dou uma olhada no conteúdo de alguns títulos quando me é possível ou quando me despertam alguma atenção. Contudo, assim que acesso uma página, logo já sou convidado a visitar uma outra vinculada, a qual me lança para outras e mais outras e mais outras. Eu, pelo meu lado, quase que inercialmente continuo navegando, até que chego numa página em que eu sequer me lembro qual era o assunto original que me levou até ela.

De fato, o mundo está assim mesmo: existem milhares de frentes que se propagam nas mais variadas direções. Essas frentes geram outras que, por sua vez, geram mais outras, e isso sem que ninguém tenha qualquer controle sobre elas. Se por acaso alguém quiser tentar impôr algum, sairá frustado por tal ingênua pretensão.

E eu, em meio a tantas frentes recheadas de informação, resolvi criar uma nova. Uma frente só pra mim. Ela é mais pra que eu sinta que sigo algo, do que pra não sentir que não sei ao que devo seguir. E como de fato ninguém sabe para onde estamos indo, então fica mais fácil criar um caminho só pra nós e que ele também sirva pra que não nos sintamos parados, mesmo sem saber onde é que ele vai dar.

Pensando bem, talvez seja esta a mensagem que o mundo cheio de caminhos e sua rede está nos dando:
                             
                                    FAÇA O SEU PRÓPRIO CAMINHO !

Ele será o certo, desde que não atropele ninguém. E é isso que eu faço. Faço o meu caminho e o sigo só pra não me sentir parado. 
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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Coaching ! O Que É Isso Mesmo ?

Se há uma palavra que muita gente já ouviu falar, mas que não sabe bem o que significa, essa palavra é: "COACHING" .

Alguns já tiveram um contato superficial com o assunto, mas ainda assim o confundem com terapia, ou com aconselhamento, ou até como uma nova profissão que "dá muito dinheiro".

Aliás, esse "canto da sereia" é o preço que pagamos por não termos desenvolvida no país uma cultura sobre o assunto. Esse apelo para atrair gente para uma nova profissão deixa a divulgação quase totalmente por conta exclusiva das empresas que certificam (formam) os profissionais de Coaching, as quais, aliás, não são poucas.

É bom eu deixar registrado que não há mal nenhum nelas, o mal está sim no fato de que a balança pende para um lado só. Essas empresas despejam no mercado um monte de gente com um certificado de "Coach" e ainda com a missão de divulgar o assunto para os potenciais clientes. Essa é uma tarefa inglória, pois num mercado desinformado quem vai dar ouvidos a um sujeito que não tem qualquer experiência no assunto ?

A consequência é que a balança não equilíbra. Em termos práticos, somente os coaches que gozam de alguma credibilidade, a qual, na maioria das vezes, nem sempre ligada ao Coaching,  acabam tornando-se os reais agentes de divulgação. São eles que, de alguma forma, e a muito custo, colocam algum peso do outro lado da balança.

Portanto, num cenário tão distorcido como este, antes de se render aos apelos de uma profissão autônoma e "promissora", ou de contratar um profissional "bom de conversa" como seu coach pessoal ou de sua empresa, procure informar-se mais. 

Mas onde se informar?
Esta também não é uma tarefa simples, mas insista na procura até encontrar alguém que possa mostrar-lhe ou indicar-lhe um resultado prático, pois, de fato, hoje não existem muitos meios de conhecer-se o outro lado da balança.


by Dalton Cortucci

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terça-feira, 3 de maio de 2011

O fracasso está presente enquanto você não tentar mudar.

Uma das coisas mais comuns é nos pegarmos estáticos reclamando de uma situação que não muda.

O tempo passa e nada. Tudo continua igual.

Culpa do chefe, da crise, do mercado, da família, da falta de tempo, e pode até sobrar para o cachorro.

Quando questionados, transferimos a culpa e tiramos de nossas mãos a responsabilidade.
Mas por que será que mesmo estando numa situação ruim, ainda assim não abandonamos a nossa posição?

A maioria diz que não há o que fazer e que não está nessa situação porque quer estar.

Contudo, uma das coisas que observo é que muita gente tem, não só a capacidade, mas os recursos para promover a mudança que deseja.

E  por que essa postura estática?
Por medo de errar. Medo de fracassar.
A simples existência na mente dessa possibilidade é o necessário e suficiente para preferir manter-se imóvel.

Muitas vezes, a pessoa até ensaia algum movimento, mas experimenta só com uma parte pequena de si mesmo. Entra só com uns 10%. O medo de errar é tamanho que ele prefere ficar mais perto da situação anterior para que o caminho de volta seja mais curto.

Você já prestou atenção no motivo pelo qual o medo de errar nos apavora tanto?

A resposta é porque não nos permitirmos errar. Quando erramos somos implacáveis com nós mesmos. Não nos perdoamos. Se isso já aconteceu alguma vez lá no passado, então tudo se passa hoje como se tivéssemos tido uma única chance.  Se ela não emplacou, então agora é tarde.

Esse medo de errar é a ponta da lança de nossa arrogância. Uma arrogância tão grande que só de imaginar que tenhamos de dar explicações aos outros sobre nosso fracasso, ela não nos permite dar único passo.

Mas se você quiser mesmo avaliar sua capacidade de promover uma mudança reveja o seu passado. Observe que tudo, absolutamente tudo, que considerou uma vitória em sua vida - a despeito do tamanho ou da importância - foi exatamente porque você decidiu arriscar. 

Portanto, se quiser mudar algo para se sentir melhor, olhe para o que já conquistou. Olhe para as suas vitórias passadas. Nelas estão as provas do quanto você foi e é capaz.

Em outras palavras, mova-se!!!

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sábado, 16 de abril de 2011

Seu ambiente é o seu reflexo.

É bem possível que você esteja rodeado de amigos, conhecidos, parentes, e que nunca lhe falte interlocutores. É bem possível que com muitos deles você se sinta à vontade.

Isso nada mais é do que o resultado do ambiente que você criou. Esse ambiente reage a você e você a ele.
Como com qualquer pessoa, esse ambiente que você criou obedece a uma espécie de protocolo de comunicação. Com alguns você conversa determinados assuntos, com outros o assunto muda, enfim, dependendo do seu interlocutor e do nível de intimidade as coisas fluem de uma forma ou de outra.

Contudo, talvez você nunca tenha percebido, mas dentro desse ambiente há um risco: o da "previsibilidade".

Em outras palavras, como você e o seu ambiente reagem segundo um  padrão, os níveis de compreensão, as idéias, a forma de agir, sempre operam dentro uma certa previsibilidade. Esse padrão poderá inibir novos assuntos, novos pensamentos, novas abordagens e até novos relacionamentos.

Agora pare e avalie se não seria saudável ter também contato com pessoas fora dessa previsibilidade. Pessoas que pensem diferente, pessoas não tão envolvidas com seus problemas, pessoas que não tenham expectativas de seu comportamento ou de suas idéias. Pessoas que, de alguma forma, pudessem estimular em você um esforço para observar e avaliar as coisas, talvez até as mesmas coisas de sempre, mas sob um outro ponto de vista.

Travar contato com pessoas novas - de fora de seu ambiente - pode significar novas idéias, novos caminhos e novas oportunidades. É bem possível que relacionando-se com pessoas novas você encontre a dica que procura para resolver um problema, para atingir uma meta, para tomar uma decisão, para compreender coisas que, até então, sua visão condicionada pelo ambiente lhe impedia de ver.

Isso é o que observo nitidamente em nossos workshops: as pessoas encontram-se de uma certa forma viciadas num padrão, o que lhes impede de conhecerem seus potenciais e habilidades, através dos quais poderiam promover significativas mudanças em suas vidas.

Estabeleça novas relações sem se preocupar qual será o patamar que elas alcançarão no futuro. Procure variar seus interlocutores, de forma que novos assuntos possam fazer parte de sua avaliação diária sobre sua vida e sobre seus objetivos. Essa atitude demonstra a si mesmo o quanto você se tem em consideração e o quanto você deseja ser melhor.

Para isso basta experimentar, pois nada funciona na teoria. 


by Dalton Cortucci.



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domingo, 3 de abril de 2011

Tratar todo mundo igual não traz bons resultados.

Todos nós temos necessidades emocionais básicas. Essas necessidades são expressas na forma de sentimentos, como por exemplo, a necessidade de nos sentirmos aceitos, respeitados e importantes.

Embora sejam básicas, tais necessidades emocionais variam de intensidade para cada indivíduo, assim como para cada um de nós varia a necessidade de água, comida ou horas de sono. Uma pessoa pode necessitar mais liberdade e independência, outra pode necessitar de mais segurança e contato social. Um pode ter mais curiosidade e maior necessidade de compreensão, enquanto outro tende a aceitar mais facilmente o que lhe fôr dito.

Mesmo que a maioria das nossas necessidades básicas sejam semelhantes, tratar e ser tratado sem qualquer distinção não tem nada a ver com "espírito democrático", uma vez que cada um age e reage segundo a intensidade de suas necessidades. 


Um exemplo muito claro acontece na escolas, onde todas as crianças são submetidas ao mesmo tratamento, requerendo reagirem de forma igual aos mesmos estímulos e nos mesmos tempos. Outro lugar muito comum disso acontecer é em casa, uma vez que os pais procuram não fazer distinção no tratamento dos filhos para parecerem justos e sentirem-se leves com suas consciências, sem levarem em conta as diferenças das necessidades emocionais de cada um.

Como resolver isso de forma massiva ?
Dificilmente vamos alcançar uma solução a curto e médio prazo, pois isto requer uma revolução, não só nas políticas de educação, mas igualmente em nossa cultura, a qual é, obviamente, agenciada pelo meio ambiente e pela educação a qual nós mesmos fomos submetidos.

Contudo, de imediato, cada um de nós pode melhorar muito essa visão se desenvolver a empatia. A empatia pode nos ajudar a compreender mais as necessidades dos outros e de nós mesmos, permitindo-nos viver melhor com aqueles que nos rodeiam e de acordo com as necessidades emocionais de cada um.

Sem qualquer exagero, a empatia é simplesmente a chave mestra de todos os tipos de relacionamento, e é com ela que a gente consegue ser justo e democrático sem deixar de respeitar as emoções de cada um.


by Dalton Cortucci


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sexta-feira, 18 de março de 2011

Por que Você Parou de Perguntar ?


Você se lembra quando tinha 5 anos e vivia perguntando "por quê?". Eram tantos "por quês" que seus pais às vezes achavam que iam ficar doidos.

Quando você tinha 5 anos adorava o mistério. Adorava saber sobre tudo. Adorava saber o "porque" das coisas.


Cada dia era repleto de novas descobertas e de novas perguntas.

Mas o tempo foi passando e você foi parando de perguntar. 

Qual será a diferença entre aquele tempo e o presente ?
O que aconteceu com aquela criança de 5 anos ?

Talvez hoje você prefira permanecer na segurança do que sabe ao invés de procurar desafios. Mesmo que tenha uma dúvida, talvez hoje você prefira evitá-la, enfiando a cabeça na areia e ocupando-se rapidamente com alguma outra coisa.

Para muitos de nós, só diante de uma crise muito séria é que resolvemos voltar a perguntar. Por exemplo: o fracasso de um negócio, um casamento abalado ou desfeito, a solidão que não possamos suportar, uma doença grave, enfim....

Em momentos assim, perguntas borbulham das profundezas da nossa mente: "mas por que EU ?", "o que foi que EU fiz ?".

Pensando bem, não seria melhor se fizéssemos brotar perguntas sobre nossas vidas sem que precisássemos de uma crise para motivá-las?

Além disso, para fazer perguntas a nós mesmos não é preciso esforço. Elas não precisam de rodeios, nem saírem de um livro de Filosofia, ou tratar de grandes questões existenciais. Uma pergunta poderia ser: "e se eu decidisse voltar a estudar?", ou "devo mudar minha alimentação para algo mais saudável?", ou "como me sentiria se mudasse de emprego?", ou ainda "será este o momento de abrir meu próprio negócio?".

Perguntar abre a porta para o caos, para o desconhecido, para o imprevisível. Mas furtar-se de perguntar é fechar as portas para os nossos desejos e para as mudanças importantes.

Não nos esqueçamos que estamos aqui hoje porque o homem sempre fez perguntas. As respostas a essas perguntas estão em tudo que vemos à nossa volta.

Por isso, deixar de perguntar é o mesmo que permanecer estático, porque o caminho da busca pelas respostas é o que realmente nos faz mover.



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domingo, 13 de março de 2011

Paradigmas são aliados ou inimigos?

Um paradigma jamais é questionado porque ninguém pensa sobre ele. 

Só duvidamos dessas "verdades" - ou temos consciência delas - quando esbarramos num obstáculo e nos damos mal. Nessa hora, subitamente, o mundo nos parece diferente do que pensávamos antes.
Um paradigma funciona dentro do nosso sistemas de crenças. Se você alguma vez tentou realmente definir qual é o seu sistema de crenças, ou seja, descrever aquilo que você valoriza e em que você acredita, sabe muito bem que não é tão fácil. É claro que alguns aspectos são menos difíceis, como, por exemplo, acreditar na importância da família, da amizade, da atividade física, de uma dieta saudável, etc.

No entanto, dezenas, talvez centenas de convicções inconscientes e não questionadas dirigem sua vida partindo de níveis profundamente enraizados e de percepção muito difícil.

Por exemplo, as convicções sobre seu valor e sua competência, sobre a moralidade, sobre o casamento, sobre a confiança ou a falta dela. Todas essas convicções vêm sendo sedimentadas desde a infância, através da educação que recebemos e pela cultura a que estamos submetidos. E essas convicções continuam até hoje a determinar sua relação com o mundo.

Em termos práticos, vivemos e respiramos essas crenças, e pensamos e interagimos de acordo com elas. Mas quando entendemos quais paradigmas governam nossa vida, podemos então começar a perceber como criamos as situações em que nos metemos.

E pra que isso possa acontecer eu sugiro adotar um vício muito saudável:

"Questionar! Questione tudo aquilo em que acredita."

E não passe a acreditar sem questionar só porque alguém de sua confiança disse, ou um líder religioso, ou uma celebridade. 

Daqui pra frente, questione o novo e o velho, se quiser que sua vida tenha um pouco mais de você mesmo nas escolhas que faz. 

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